Próteses de silicone: tipos, durabilidade e cuidados

As próteses de silicone são amplamente utilizadas em procedimentos de cirurgia plástica, especialmente em cirurgias de aumento ou reconstrução mamária

Entender os tipos disponíveis, a durabilidade e os cuidados necessários é fundamental para quem está considerando esse procedimento, sempre de forma consciente e bem informada.


Como escolher o tipo certo de prótese?

Existem diferentes modelos de próteses de silicone, e a escolha depende de fatores como biotipo, objetivos pessoais e avaliação médica. As principais variações incluem:

  • Formato: podem ser redondas ou anatômicas (em gota).
  • Perfil: baixo, moderado, alto e superalto, que definem a projeção da mama.
  • Superfície: texturizada, lisa ou de poliuretano, cada uma com características específicas.
  • Volume: determinado de acordo com o que for mais adequado para a harmonia corporal e desejo da paciente, sempre após avaliação profissional.

A indicação correta depende de uma análise criteriosa durante a consulta, considerando as particularidades de cada pessoa.

 

Durabilidade das próteses de silicone

As próteses de silicone atuais são desenvolvidas com materiais de alta tecnologia e possuem excelente resistência. No entanto, é recomendado acompanhamento médico regular para monitorar a integridade das próteses ao longo dos anos.

Em situações específicas, pode ser indicada a troca das próteses, especialmente se houver alterações como contratura capsular, ruptura ou mudança no desejo estético da paciente. 

 

Cuidados antes e depois do procedimento

O sucesso na colocação das próteses de silicone também está diretamente relacionado aos cuidados adotados. 

Cuidados pré-operatórios:

  • Realização de todos os exames solicitados;
  • Discussão detalhada com o cirurgião sobre expectativas e possibilidades;
  • Acompanhamento do estado geral de saúde.

Cuidados pós-operatórios:

  • Respeitar o tempo de repouso indicado;
  • Evitar esforços físicos nas primeiras semanas;
  • Utilizar a malha compressiva, se recomendada;
  • Comparecer a todas as consultas de retorno;
  • Realizar exames periódicos para acompanhar as condições das próteses.

Manter o acompanhamento com o cirurgião plástico é essencial, não apenas no pós-operatório imediato, mas ao longo dos anos.